Marketing Online




O Melhor Marketing do Mundo

Como Fazer um bom Marketing

Conheça dicas de marketing online para fazer a marca da sua empresa:

Como o Hotmail conquistou mais de 12 milhões de assinantes em apenas 18 meses? Propaganda, eventos, mala direta? Não!!! Marketing boca-a-boca! O Melhor Marketing do Mundo. E tenho dito. Como gerar marketing boca-a-boca? Confira algumas idéias:

Pense sobre todos os possíveis grupos de pessoas que talvez se interessem pelos seus produtos e serviços. Considere pessoas da mídia, formadores de opinião da sua indústria, analistas, influenciadores etc. Não se esqueça de salas de bate-papo na internet e fóruns de discussão.

Pesquise sobre como a informação se espalha entre essas pessoas. Pergunte a essas pessoas como elas aprendem sobre novos produtos e serviços. Qual é a sua maior fonte de informação? Qual informação elas valorizam?

Desenvolva uma clara e concisa mensagem que destaque os benefícios (e não as vantagens e características) de se fazer negócios com você. Descubra naquilo que você vende, o que pode ajudar as pessoas a economizar tempo e dinheiro, ou ganhar tempo e dinheiro.

Pense sobre diferentes maneiras de fazer essas pessoas ouvirem falar de você. Quanto maior o número de pessoas e fontes diferentes mencionar você, melhor o seu posicionamento na cabeça do cliente.

Crie maneiras de fazer o cliente experimentar o que você vende. Produtos-demo, versão de demonstração, teste-drivers, etc: são maneiras de fazer o cliente experimentar e se apaixonar pelo que você vende.

Pense sobre maneiras criativas de fazer apresentações e demonstrações daquilo que você vende. Revolucione os seus eventos! O que você pode dar as pessoas para fazê-las lembrar de você? Pense sobre algo que possa ajudar o cliente além de ajudar você a promover o produto. Procure por grupos especiais de pessoas para quem você poderia oferecer algo de graça, descontos ou outras condições exclusivas.

O Marketing boca-a-boca é o Melhor Marketing do Mundo.

Incorpore-o IMEDIATAMENTE as suas iniciativas de marketing.

Autor: PROF. RICARDO JORDÃO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING.

O Marketing de Rede na Internet

O PODER DO MARKETING DE REDE!

Após a leitura deste texto abaixo, conheça uma oportunidade de negócio de uma empresa internacional de marketing de rede que está se multiplicando no mundo inteiro, já são milhares de pessoas em mais de 180 paises no mundo todo que ganham fortunas silenciosas, usando um simples sistema automatizado jamais inventado. Clique Aqui para mais detalhes!

Essencialmente Marketing de Rede é uma forma de fazer os produtos e serviços chegarem diretamente aos consumidores sem intermediários e sem os custos das gigantescas campanhas publicitárias, por meio de uma estrutura disposta em camadas de distribuidores independentes. Por ser um método de marketing onde estes distribuidores independentes além de poderem vender, podem também patrocinar outros distribuidores independentes e obter comissões de vendas efetuadas por estes patrocinados, você cria uma organização de distribuidores independentes que podem multiplicar de forma exponencial as suas comissões de vendas, uma forma poderosa de alavancagem de negócios sem necessidade de novos e altos investimentos, além disso estes mesmos distribuidores independentes continuam a vender e patrocinar muito tempo depois que você resolver parar as atividades, mantendo-lhe uma renda residual e alavancada. É preciso muito trabalho árduo, esforço persistente para construir uma grande organização, no entanto você começa a desfrutar de algumas vantagens essenciais do marketing de rede não importa quão pequena ou pouco lucrativa ainda ela seja no início, pois já possibilita resultados maciços através de uma ação mínima.

No plano original das Vendas Diretas, as empresas recrutavam uma série de revendedores autônomos e lhes remuneravam através de comissões sobre as suas vendas individuais. Conhecido como single-level (uni-nível), este modelo limitava a atuação de muitos distribuidores a um trabalho inseguro e dependente demasiadamente da habilidade individual de vendas. Percebendo estas limitações, um americano chamado Carl Rhenborg decidiu criar um sistema de bonificação diferente, onde o revendedor passaria a ganhar um rendimento adicional sobre todas as vendas efetuadas pelos distribuidores que trouxesse para a companhia.

Isto aconteceu na década de quarenta , dando origem a um segundo modelo de remuneração em Vendas Diretas muito mais poderoso: o multi-level (multi-nível). O MultiLevel Marketing (MLM) ou Marketing Multinível passou por várias evoluções desde então, com aperfeiçoamentos nos sistemas e empresas profissionais trazendo novos conceitos ao mercado. O Marketing Multinível ou Marketing de Rede cresceu principalmente a partir do início dos anos 90 porque apresenta soluções simples para as empresas que procuram oferecer inovação, qualidade e preços nos produtos, excelência nos serviços operacionais e atendimento personalizado aos clientes, ao mesmo que oferece às pessoas uma oportunidade de melhorar o estilo de vida delas com soluções que estão perfeitamente enquadradas dentro deste novo paradigma de mundo globalizado e empresas individuais.

Hoje, com um pequeno arquivo pessoal, uma linha telefônica e um micro ligado à Internet, é possível construir e gerenciar um negócio de milhões de dólares. Quer conhecer um exêmplo de um negócio 100% online e que movimenta milhões de dolares por ano? Clique aqui!

A partir deste sistema, os distribuidores passaram a vislumbrar uma renda muitas vezes maior do que seria possível obter no porta-a-porta tradicional, e muitos destes distribuidores começaram a ter proventos mais altos que muitos Médicos, Advogados e Engenheiros e alguns destes também conseguiram fortunas adquirindo a tão sonhada independência financeira.

Atualmente o marketing de rede movimenta mais de 90 bilhões de dólares e possui mais de 35 milhões de pessoas envolvidas ao redor do mundo, crescendo a uma taxa de 9% ao ano.

É cada vez maior a aceitação desta estratégia de vendas diretas. Empresas tradicionais como o Citi Bank, MCI, Sara Lee, Gillete, Colgate Palmolive, Amex, e centenas de outras empresas, estão empregando este sistema para alavancar as vendas de produtos e serviços.

Para os especialistas em vendas, o marketing de rede é um sistema que permite levar produtos da indústria para o consumidor sem passar pelo varejo tradicional. Para os que nele trabalham, o marketing de rede é acima de tudo uma oportunidade de ganhar dinheiro, suplementar a renda familiar e realizar sonhos pessoais. Por isso, o marketing de rede atrai pessoas ambiciosas, dotadas de iniciativa própria e dispostas a trabalhar longas horas para alcançar os seus objetivos. Fonte Site Controles

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Paul Zane Pilzer fala sobre o próximo trilhão

Paul Zane Pilzer fala sobre o próximo trilhão
Por que razão o Marketing Multinível está posicionado para conduzir a próxima maior potência econômica?
por John Milton Fogg

 

Um terremoto está para chegar. De fato, os seus primeiros tremores já começaram. As fundações econômicas estão perceptivelmente a tremer; há rachaduras finíssimas a alastrar ao longo das paredes de estuque dos nossos hábitos domésticos de consumo; os quadros perfeitamente emoldurados da atual realidade fiscal estão começando a cair dessas paredes. Parece que vai atingir 8 graus (ou mais), na escala econômica de Richter e só um homem parece ser capaz de ouví-lo chegar.

Todas as gerações, entre milhares de comentadores sociais brilhantes ou meramente inteligentes, produzem um ou dois visionários, com visões espetaculares, capazes de ultrapassar os limites da sua própria especialidade e irromper por entre todas as disciplinas. Temos os nossos Benjamin Franklins, os nossos Buckminster Fullers e… Paul Zane Pilzer, o homem que capta as mudanças sísmicas na nossa economia.

O Sr. Pilzer prontamente assume que não tem qualquer bola de cristal: tudo se encontra nas informações. Contudo, o autor por três vezes “best-seller” do New York Times e assessor econômico de duas administrações presidenciais, tem uma habilidade extraordinária para reunir uma grande quantidade de fatos e números e daí retirar um significado relevante. As suas visões extraordinárias têm atraído, há mais de uma década, as atenções dos distribuidores de Marketing Multinível.

Agora, ele está de volta com uma nova mensagem: estamos testemunhando o nascimento explosivo de uma nova indústria de um trilhão de dólares e os distribuidores por todo o mundo estão posicionados para estarem na vanguarda dessa explosão.

Após dois séculos de oportunidade econômica para os pioneiros da fabricação, entra-se agora na era da distribuição. Atualmente, quem vai ter a maior oportunidade de riqueza são aqueles que concordam com o que o Sr. Pilzer chama de “distribuição intelectual”. O mesmo conceito que descreve o Marketing Multinível.

NML: Sr. Pilzer, você foi o primeiro economista de renome a pronunciar-se favoravelmente sobre o Marketing Multinível. O que é que de início lhe chamou a atenção para este negócio?
Acho que seria mais exato dizer que foi o negócio que me encontrou. Tudo começou com o meu livro escrito em 1990, “Riqueza Ilimitada”, que analisava os diferentes setores da nossa economia e projetava algumas mudanças interessantes para o ano 2000.
Nos anos 70 e 80, disseram-nos: “O que está errado com a América é que nós não fazemos as coisas”. Então, os jovens inteligentes daquela época começaram a fazer as coisas. De fato, fizeram-nas tão bem que reestruturaram completamente a economia a varejo, ao converterem todas as matérias-primas caras em plásticos e o trabalho em processos de fabricação automatizados e flexíveis. Tomemos, por exemplo, um produto de 300 dólares. Pode ser qualquer coisa: uma televisão, uma máquina fotográfica, um vestido. Nos anos 60, os custos de fabricação deste produto eram de 150 dólares. Cerca de 50 % do custo deste produto estava na fabricação e os restantes 50 % na distribuição. Por volta dos anos 90, o mesmo produto continuava a ser vendido por 300 dólares, mas com muito melhor qualidade geral apesar do custo de fabricação ter caído de 150 para 15 ou 20 dólares!!! Agora 80 a 85% do custo dos produtos estava na distribuição e apenas 15 a 20% na fabricação.Em 1990, no livro “Riqueza Ilimitada”, eu explicava que as maiores oportunidades de riqueza já não residiam na fabricação mas sim na distribuição. E o livro previa que isto continuaria, pelo menos, durante a próxima década. Por essa razão, as pessoas mais ricas do mundo em 1990 eram aquelas que tinham encontrado melhores maneiras de distribuir produtos e não melhores maneiras de fabricar produtos.NML: Pode-nos dar alguns exemplos dessas “pessoas mais ricas”, que fizeram fortuna a partir da distribuição?
Em 1961, Sam Walton fundou uma empresa que se comprometeu a nunca fazer a sua própria marca e a divulgar unicamente produtos de outras marcas. Por volta de 1990, não só o Walmart era o maior varejista do mundo, mas Sam Walton era também a pessoa mais rica – um homem que venceu na vida ao distribuir os produtos de outras pessoas. (A propósito, Sam Walton tinha em alto conceito “Riqueza Ilimitada” e apoiou enfaticamente o livro).
Em 1990, Fred Smith foi considerado o empresário de uma companhia aérea com mais êxito. Em 1976, tinha fundado uma companhia aérea com uma frota própria de aviões e pilotos, no entanto, não transportava pessoas! O único objetivo da Federal Express era transportar mercadorias – distribuição – uma idéia inaudita em 1976.Ross Perot foi uma das pessoas mais ricas do mundo em 1990. Fundou uma empresa de computadores no valor de 3,5 bilhões de dólares, que nem fazia software nem hardware. O que é que fazia o EDS? Distribuía o software e hardware de outras pessoas.
NML: De que maneira as suas observações sobre riqueza e distribuição chamaram a atenção dos distribuidores de Multinível?
Nesse ano, participei por três vezes no programa “Larry King Live”. Estava explicando o livro num desses programas e um indivíduo distribuidor de uma companhia de Marketing Multinível estava por acaso vendo o programa. Ele, um Executivo Sênior altamente graduado na sua companhia, chamou a atenção do mais graduado Executivo Sênior para o programa. Estes e muitos dos seus colaboradores leram o livro e disseram: “Olha, aqui está uma análise econômica do porquê do funcionamento do nosso negócio. Este cara não faz idéia do que é o Marketing Multinível, mas sabe por que razão funciona!”
Eu não fazia idéia do que era a companhia. Nem sequer sabia o que era o Marketing Multinível. Não estava tentando promover nada, talvez a razão pela qual a minha pesquisa tenha sido tão bem sucedida. Estava apenas utilizando informações empíricas e analisando a distribuição na América e no mundo. Os colaboradores desta companhia decidiram convidar-me como orador para lhes explicar o que eu tinha falado no “Larry King Live”. Foi assim que tudo começou.NML: Isso foi há mais de uma década e desde então tem sido uma referência para todos os distribuidores de Multinível. Obviamente o seu pensamento não parou de evoluir. O que é que tem acontecido nos últimos 10 anos?
Modifiquei bastante a minha perspectiva. Em 1990, as oportunidades ainda se baseavam na distribuição física dos produtos. Desde então, temos assistido a uma mudança drástica. No meu novo livro, “O Próximo Trilhão”, divido a distribuição em duas funções: física e intelectual.
A distribuição física significa levar o produto ao consumidor – produtos que o consumidor já sabe que quer. O Walmart é assim: sabemos exatamente aquilo que queremos quando vamos ao Wal Mart: entramos, escolhemos e saímos da loja. Não aprendemos lá nada de novo.A distribuição intelectual ocorre quando aprendemos algo sobre um novo produto ou serviço que não sabíamos que existia. Até 1990, as grandes oportunidades para fazer fortunas com a distribuição, as oportunidades dos Fred Smiths; Ross Perots e Sam Waltons, residiam na distribuição física. Hoje, as grandes oportunidades estão na distribuição intelectual.NML: Por exemplo…?
Em 1999, um homem de negócios foi reconhecido pela revista Time como o homem do ano (fato especialmente significativo, visto ser muito raro um homem de negócios ganhar essa distinção). De quem se tratava? Jeff Bezos, que revolucionou a distribuição de livros com a amazon.com.
Agora, vejamos mais em pormenor: Jeff Bezos está realmente no negócio da distribuição intelectual. Uma pessoa não assina a amazon.com só para receber o livro fisicamente; assina para aprender sobre o livro. Lê as várias críticas; vê outros livros dentro da mesma categoria e pode mesmo consultar o site só para descobrir se existe algum livro relativo a um determinado assunto.Na verdade, o grande crescimento da distribuição física, que eu descrevi na “Riqueza Ilimitada”, já se verificou. As fortunas que tinham de ser feitas já o foram na grande maioria. As fortunas que serão feitas no novo milênio – pelo menos na primeira década do novo milênio – serão mais de distribuição intelectual: educar os consumidores sobre produtos e serviços que irão melhorar as suas vidas e de cuja existência eles nem sequer sabem.
NML: Porque é que é aí que estão as verdadeiras oportunidades hoje em dia?
Porque é esse precisamente o principal entrave. Houve uma altura em que os dois aspectos da distribuição – o físico e o intelectual – estavam normalmente associados debaixo do mesmo teto. Isso já não acontece.
Se tiver a minha idade, ainda se deve lembrar das primeiras vezes que entrou numa loja e pensou consigo: “Meu Deus, sei mais sobre este produto do que o empregado que está a vendê-lo!” Há 25 anos atrás, isso era chocante. Quem é que pensava em abrir uma loja em que o empregado não soubesse nada sobre o produto?Atualmente, isso é universalmente aceito. Hoje em dia, espera-se que o consumidor conheça o produto. Existem ainda alguns varejistas de especialidade, como é o caso da Nordstrom. Mas, no geral, os varejistas abandonaram por completo a função tradicional de ensinar as pessoas sobre os produtos. Em vez disso, focaram-se na função de entregar o produto de forma eficiente e barata.Vá a um stand de automóveis e fale com o vendedor: será que aquele vendedor possui o carro de que estão falando? Provavelmente não. Vá a uma loja de eletrônicos: quantas vezes encontra um vendedor que possui realmente o produto que está pensando em comprar – ou que tenha sequer possibilidades de ter um? Raramente. O negócio daquelas pessoas é mostrar-lhe a prateleira onde pode encontrar o produto. Não estão ali para lhe ensinar o que é.NML: Então, onde é que aprendemos atualmente?
Esse é o problema. Atualmente, o ritmo da mudança tecnológica está acelerando rapidamente, independentemente da indústria. Quando aprendemos sobre um produto e estamos prontos para comprá-lo, sabe o que acontece? Já existe um melhor! Onde é que aprendemos sobre este último? Em lugar nenhum. É isso que está faltando. É esse o entrave na nossa economia. Fale com qualquer fabricante e ele vai dizer-lhe: “Estamos vendendo os modelos A, B, C, e D; o modelo novo, o F, é sete vezes melhor, até está com melhor preço, mas ninguém o compra ainda!” Por que razão? Porque ainda não sabem nada sobre ele. A isto chama-se “backlog”.
Eu constatei isso quando desenvolvemos um software educacional no início dos anos 90: ali estava um produto que podia mudar radicalmente a vida de uma criança, mas tornava-se mais caro informar as pessoas sobre o produto do que produzi-lo. Até encontrarmos uma empresa de marketing multinível no decorrer dos anos 90, estávamos bastante adormecidos: tínhamos novos produtos espetaculares, mas não tínhamos maneira de informar o consumidor da sua existência.NML: De que maneira o Marketing Multinível, ao fazer isso, contrasta com as formas de marketing mais tradicionais, como é o caso da publicidade ou outros canais de massa?
O Marketing Multinível, atualmente, é quase no seu todo distribuição intelectual. Quando um distribuidor de Multinível discute um produto com o consumidor, não entrega pessoalmente esse produto. Pode servir-se dos Correios ou de qualquer outro serviço de entrega para que o produto chegue ao consumidor.
Ainda mais fascinante é o fato de atualmente o Marketing Multinível ser feito tipicamente pessoa a pessoa por alguém que também é utilizador do produto. Ao contrário do vendedor de automóveis, de eletrônicos ou de vestuário, o distribuidor de Multinível é um utilizador experimentado, conhecedor e entusiamado com o produto que lhe está sendo solicitado.As empresas que prosperam no Marketing Multinível vão centrar-se quase por completo na distribuição intelectual, ensinando as pessoas acerca de novos produtos e serviços que irão melhorar as suas vidas. Aquelas que realmente vão distinguir-se terão algum tipo de tecnologia única e própria. E não apenas única, mas eficaz – melhor do que qualquer outra existente.NML: Portanto, observou o impacto da oportunidade passar da fabricação para a distribuição física e agora para a distribuição intelectual. Em que mais aspectos mudou a sua maneira de pensar? Qual é o tema principal do “Próximo Trilhão”?
Comecei por focar-me nas grandes necessidades da América, o que me encaminhou para algumas direções surpreendentes. As pessoas pensam nas suas necessidades de uma maneira muito mundana: “Preciso de um vestido novo que não me faça parecer gorda”, ou “Preciso de um carro que gaste menos”. Eu olhei para a situação a um nível mais abrangente: temos necessidades mais fundamentais, como comer, dormir, ser saudável, ter instrução. Enquanto estudava cuidadosamente as condições atuais, descobri que a maior necessidade da América, hoje em dia, é o bem-estar.
NML: Pode definir “bem-estar”?
Eu defino “bem-estar” em termos do dinheiro gasto para nos sentirmos mais saudáveis, …. Para nos fazer sentir mais fortes; para nos fazer ver melhor; para nos fazer ouvir melhor. Enfim, para combater aquilo a que poderíamos chamar os sintomas do envelhecimento.

NML: Porque lhe chama o “próximo” trilhão?
No ano 2000, a indústria do bem-estar na América já ascendia a 200 bilhões de dólares; cerca de metade disso corresponde a 24 bilhões gastos em academias de ginástica, mais 70 bilhões gastos em vitaminas e minerais. Estes 200 bilhões, há dez anos atrás, eram apenas uma miragem.
NML: Quem está gastando esse dinheiro?
Na sua grande maioria, os Baby Boomers: pessoas prósperas com idades compreendidas entre os 35 e os 55 anos. Os Baby Boomers são uma força econômica poderosa e todo o mercado de compra e venda sabe disso. Representam apenas 28% da nossa população mas, a nível econômico, representam quase 70%.
Os Baby Boomers são a primeira geração que conhecemos, ao longo da história de que há registro, que se recusa a aceitar o processo de envelhecimento. Este aspecto é fascinante do ponto de vista do marketing. Repare nos carros que eles compram: são estilo “retro”, desenhados para fazer com que eles se sintam nos tempos do liceu. Repare nas roupas que eles compram: também são “retro” – parecem as roupas que eles queriam ter comprado mas não podiam quando andavam no liceu.Até agora, a intenção de marketing relativa ao Baby Boomer tinha andado à volta de como fazê-lo sentir-se mais jovem, como ajudá-lo a relembrar o que era ser jovem. Agora, avançou um passo. Hoje, os Boomers estão a começar a comprar coisas que, de fato, os tornam mais jovens!Isto está apenas começando. A maioria das pessoas nem sequer sabe que existe este tipo de produtos. Quando o resto deste grupo dos 50% do poder de compra aprender sobre bem-estar, o setor vai explodir. Já passou de virtualmente 0 em 1990 para 200 bilhões nos dias de hoje. É fácil de ver que estes 200 bilhões vão se transformar num trilhão – ou mais – por volta do ano 2010.NML: Tem reações das pessoas, do tipo: “O quê… um trilhão de dólares?”
Sim, todos os dias. Mas veja a coisa em perspectiva. O primeiro computador da IBM surgiu em 1981 e, em 1990, as vendas de computadores excederam as vendas de automóveis. Ninguém sabia o que era a Internet em 1990 e os consumidores só foram autorizados a aceder à Internet com as suas próprias contas e endereços eletrônicos privados em 1995. Em 2000, a esmagadora maioria da nova riqueza e dos novos milionários deste país estavam sendo criados pela Internet. Dada a rapidez com que estas novas indústrias crescem, um trilhão de dólares em bem- estar por altura do ano 2010 começa a parecer uma previsão conservadora.
NML: Será que a necessidade da distribuição intelectual se aplica à indústria do bem-estar?
Completamente. Por definição, todo o bem-estar é nova tecnologia. Não existe virtualmente nenhum lugar onde se possa aprender sobre isso. Se for a uma clínica convencional de perda de peso, eles estão empenhados em vender-lhe os seus próprios produtos alimentares processados. Não lhe dão quaisquer lições de bem-estar. A informação simplesmente não existe. Toda a investigação no negócio da medicina é sobre doenças. Para onde é que o consumidor se volta?
A única forma de aprender sobre bem-estar é através de alguém que nos esteja próximo e que já tenha tido uma experiência de bem-estar. Vemos o colega de quarto da faculdade e dizemos: “Meu Deus, João, está o máximo! Está com um ar tão saudável! O que é que você fez?” Tropeçamos numa experiência de bem-estar e começamos a descobrir que existe toda uma indústria de bem-estar, com todo o tipo de novos produtos e serviços.Não se poderia ter acesso ao bem-estar há 10 ou 15 anos atrás, porque não existia qualquer indústria do bem-estar. A maior parte destes produtos e serviços estão saindo neste momento do laboratório. E quando olhamos para esses laboratórios e vemos o que está por vir, apercebemo-nos de que este negócio vai mesmo levantar vôo. De tudo aquilo em que eu tenho me envolvido, a indústria do bem-estar parece-me, neste momento, a mais entusiasmante.NML: Qual é a ligação que vê entre o Marketing Multinível e esta revolução do bem-estar?
Tem basicamente a ver com a diferença entre aquilo a que eu chamo “ensinamento ativo” e “ensinamento passivo”. Os meios de publicidade convencionais não são eficazes em transmitir aquilo a que eles chamam informação “intelectualmente inovadora”, o que é um eufemismo para “idéias novas”.
Pense por um minuto na forma como vê televisão. Está bem confortável e relaxado no seu sofá e a última coisa que quer é ser confrontado com nova informação. De fato, quando realmente vemos algo que nos desafia, algo que está em desacordo com aquilo que sabemos ou pensamos que é verdadeiro, o que é que fazemos?NML: Mudamos de canal…
Exato! A televisão é um meio muito passivo para se aprender e, por isso, não podemos utilizá-la realmente para ensinar novas idéias. O mesmo se passa com os jornais. Eu costumava escrever regularmente artigos de opinião para vários jornais, como o New York Times. Às vezes, estava numa festa entusiasmado com um artigo que eu tinha escrito e perguntava a um amigo: “Então, o que é que achou do meu artigo sobre este ou aquele assunto?”, e ele dizia-me: “Paul, eu não leio as suas coisas. Sou Democrata!” Geralmente, não lemos os artigos de opinião que nos desafiam. Só lemos aqueles que reforçam aquilo que já pensamos.
A maior parte das nossas fontes de informação tornou-se hoje em dia num meio passivo. Não gastamos o nosso tempo com elas para sermos desafiados. Quando realmente nos deparamos com uma coisa que nos desafia, mudamos de canal ou lemos outra coluna.A única altura em que aprendemos ativamente, ou seja, em que começamos de fato a receber e a ter em conta informação nova, é quando estabelecemos um diálogo com alguém. Primeiro, a pessoa diz algo com que não concordamos. Aí, pensamos: “Oh, isso não é verdade.” Talvez não digamos nada por mera educação, mas a nossa cara reflete o nosso desacordo. Isso inicia um diálogo: ela acrescenta um pouco mais; nós respondemos e… gradualmente, o diálogo começa a alterar a nossa mente.A informação correta sobre dieta, nutrição, vitaminas, minerais e suplementos é quase toda ao contrário daquilo que ouvimos da nossa comunidade médica. Para muita gente, vai completamente contra a maneira como fomos educados. Existe por aí tanta informação incorreta: as pessoas ficam condicionadas por ela. Quando ouvem pela primeira vez informação nova e boa, é normal que sejam céticas. A única forma de mudarem realmente o seu paradigma ou começarem a aprender nova informação, é pessoa a pessoa – visto estarem ativamente empenhadas numa conversa.Isto não acontece do dia para a noite. Podem ser precisas três, quatro, cinco ou seis conversas com pessoas diferentes para mudarmos realmente a nossa opinião. É por isso que o bem-estar (que, para tanta gente, é tão obviamente uma informação que muda o paradigma) realmente funciona melhor num ambiente interativo de um para um, como é o caso do Marketing Multinível.NML: O que é que prevê para a próxima década, Paul?
Vejo uma indústria do bem-estar no valor de um trilhão de dólares no ano de 2010.
Vejo grandes oportunidades para o Marketing Multinível e para os seus distribuidores.Vejo certas empresas de Marketing Multinível a liderarem essa indústria, visto serem a maneira mais rápida de espalharem a nova informação.Vejo grandes oportunidades para a indústria do Marketing Multinível, por ser atualmente o melhor veículo que temos, nos Estados Unidos e no mundo, para educar as pessoas sobre novos produtos e serviços. Existe uma grande janela de oportunidade, para as empresas de Marketing Multinível, para ensinarem os consumidores acerca de produtos e serviços do bem-estar.Mas vejo também grandes desafios para as empresas de sucesso de Marketing Multinível, especialmente as envolvidas no bem-estar, à medida que a tecnologia for evoluindo. Estas empresas precisam ser flexíveis, para poderem manter-se à frente na nova tecnologia. Os melhores produtos e serviços de bem- estar de ontem podem não ser os melhores produtos e serviços de amanhã.A indústria dos computadores pessoais é uma boa analogia: empresas inteiras surgiram e desapareceram porque fizeram, por exemplo, o melhor software para fax… até surgir alguém com um software para fax melhor; ou porque fizeram o melhor cartão para um monitor… até todos os computadores começarem a vir já com o cartão incorporado.

Muitos dos produtos que hoje são do Marketing Multinível vão passar para o varejo tradicional bastante depressa. Já se observa isso com a glucosamina e um grande número de outros suplementos: estão começando a entrar nos canais convencionais de varejo. Os distribuidores de Multinível, para permanecerem competitivos, vão ter de se manter à frente nas novas tecnologias.

Vejo esta indústria consolidando-se. Muitas das empresas mais pequenas de Marketing Multinível não terão dinheiro suficiente para a Pesquisa e Desenvolvimento de que necessitam para competirem com as novas tecnologias. Vejo fusão de empresas, bem como empresas a alargarem a sua gama de produtos. As empresas que puderem ir ao encontro de mais necessidades dos seus consumidores são as que terão mais sucesso.

Vejo verdadeiras experiências clínicas. Os produtos do negócio do bem-estar estão encaminhando-se para uma era de grande controle de qualidade. Atualmente, entre um terço a metade dos frascos que se encontram nas lojas não contêm o que está expresso nos rótulos, porque o negócio não está regulamentado. A empresa que tenha como único negócio o bem-estar tem muito mais a perder se cometer um erro: muitas vezes, tem melhor controle de qualidade. Em última análise, nenhuma das empresas de bem-estar de sucesso se pode dar ao luxo de ter um produto de má qualidade no mercado.

NML: Como rabino em meio-período e alguém que é vegetariano (como afirma no seu livro, por razões espirituais), ficou bastante apaixonado pelo bem-estar, não acha?
Tornou-se uma espécie de missão para mim e creio que também o é para os distribuidores de Multinível.
Por muito que uma pessoa tenha em conta os benefícios financeiros e de estilo de vida deste negócio, nada é tão gratificante como modificar uma vida e as vidas de todas as pessoas que estão relacionadas com aquela vida. Se pudermos adicionar 5, 10 ou 15 anos à vida de alguém, pense nos filhos e na mulher ou no marido dessa pessoa. Há uma inter-relação maravilhosa entre todos nós no mundo hoje em dia, e quando podemos dar a alguém o dom do bem-estar, melhorar a qualidade da sua vida todos os dias ou mesmo prolongar essa vida, é realmente maravilhoso.Mas não se engane: há uma crise, uma tendência de proporções epidémicas caminhando em direção oposta no resto da América. Neste momento, o Marketing Multinível, para mim, é a única força no horizonte capaz de efetuar este tipo de mudança enorme.Paul Zane Pilzer é um mundialmente renomado economista, um multimilionário empreendedor de software, professor adjunto, assessor econômico de duas administrações presidenciais e autor de três best-sellers.Fonte: Network Marketing LifeStylesVOLTAR A PÁGINA DE MARKETING DE REDE

Inteligente Estratégia de Marketing

Dicas  de uma Inteligente Estratégia de Marketing

É simplesmente essencial que você crie uma estratégia de marketing bem sucedida. Seu plano deve incluir todos os seguintes elementos chave:

1- Um website desenhado especificamente para vender.

2- Excelentes produtos e/ou Serviços.

3- Uma estratégia superior de marketing

Todos estes elementos são de particular importância para os resultados na Internet. Sua estratégia deve tratar cuidadosamente de cada um destes pontos chave para o sucesso. Nada deve ser deixado ao acaso e a falha de até mesmo um destes elementos pode reduzir drasticamente seu sucesso.

Para tornar-se um profissional na área do marketing online, visite: Dicas de marketing

A Indústria do Marketing de Rede

Uma indústria próspera é melhor para o seu bolso.
por Sergio Buaiz

Ainda não temos tanta história de Marketing de Rede no Brasil, pois o negócio começou há pouco mais de uma década e só agora convivemos com a concorrência.

 
  Que tal a paz?

Por ser uma atividade relativamente nova e um contexto absolutamente desconhecido, é admissível que as pessoas cometam certos erros de abordagem. Entretanto, o nosso papel mais importante é tentar concientizar as pessoas de que o trabalho de rede é muito diferente do mercado tradicional.

Há pessoas que entram no Marketing de Rede com a mesma visão mesquinha de perde-ganha, acreditando que o sucesso de um é diretamente proporcional ao fracasso dos outros. E não é assim.

Temos visto líderes falarem em ganha-ganha, ao mesmo tempo que se preocupam em serem os primeiros da fila. Outros falam em “eliminar as negatividades” e só conseguem ver defeitos nas companhias concorrentes.

A situação mais curiosa que observamos diz respeito à humildade. Ao mesmo tempo em que pregam a humildade como um dos fatores mais importantes para o sucesso do Marketing de Rede, estão dizendo: minha empresa é a única que presta ou “os outros produtos são uma porcaria”.

Por que tanta preocupação em super-valorizar sua oportunidade e denegrir as outras empresas? Será que esta é a melhor forma de conquistar confiança e credibilidade junto aos seus prospectos e clientes?

Pare para pensar: será que as pessoas querem se envolver em uma indústria que tem apenas um grupo bom, em apenas uma grande empresa… e o resto é lixo?

Nos Estados Unidos, já existe uma mentalidade diferente, quando o distribuidor de outra companhia não é visto como inimigo, e sim como um possível consumidor.

Isto faz sentido? Claro que sim. Para se ter uma idéia, o 10º mandamento do Código de Ética da MLMIA — Associação Internacional de Marketing Multinível — diz: Sempre que for comprar um produto não-disponível em sua companhia, não busque o mercado tradicional. Procure comprar de uma companhia de Vendas Diretas para incentivar o crescimento da indústria.

Tire o foco do dinheiro e promova toda a indústria
A competição está tão arraigada em nossa formação, que a maioria dos distribuidores não consegue pensar em mais nada a não ser nos bônus que cada descendente irá representar. Por este mesmo motivo, a maioria das pessoas tem dificuldades em patrocinar novos distribuidores e mantê-los ativos.

Os cifrões nos seus olhos não são visíveis, mas são percebidos com facilidade. A forma de falar, as palavras utilizadas, o tom de voz… tudo deixa transparecer que o seu ÚNICO objetivo com a apresentação do negócio é levar mais dinheiro para o próprio bolso.

Mais que patrocinar pessoas para o seu grupo, sua missão deve ser mostrar para as pessoas o que é Marketing de Rede. Não importa se a pessoa vai ou não fazer o negócio. Você está vendendo a nossa indústria.

Quando sai do foco dinheiro e mostra a esperança que este negócio tem levado para pessoas em todo o mundo, seu conceito fica mais poderoso e você cria empatia. E este é o primeiro passo para patrocinar.
Fonte: Chance